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Só treinadores portugueses no arranque da I e II Liga

08/09/17 FUTEBOL Imagem

A I e II Ligas de futebol 2017/18 arrancam com pleno de treinadores portugueses, uma situação que mostra que os treinadores portugueses são cada vez mais respeitados e ganharam o seu espaço em Portugal.
Na I Liga, o Benfica e Sporting iniciam a terceira época com Rui Vitória e Jorge Jesus, respetivamente, enquanto o FC Porto mudou novamente, agora para Sérgio Conceição.
É a quarta vez que esta competição arranca apenas com técnicos lusos, repetindo o ocorrido em 2006/07, 2009/10, 2011/12 e 2012/13, e a oitava em que os ‘grandes’ começam com treinadores portugueses, tal como em 1979/80, 1997/98, 2006/07, 2007/08, 2010/11, 2013/14, 2016/17 e 2017/18.
Nos três ‘grandes’ apenas os ‘dragões’ alterou o timoneiro, com Sérgio Conceição, ‘resgatado’ aos franceses do Nantes, a ser a aposta para render Nuno Espírito Santo, que após um ano em branco se mudou para o Wolverhampton, da segunda divisão inglesa.
Sérgio Conceição, que foi campeão no FC Porto como futebolista, tem como desafio acabar com a maior seca de títulos do clube das últim as décadas, sem qualquer troféu conquistado desde a Supertaça de 2013.
O treinador Rui Vitória tem o crédito de ter sido campeão nos dois anos que tem de Benfica, substituindo Jorge Jesus, que saltou para o rival da segunda circular com o assumido objetivo de conquistar o título pelo Sporting, e que dificilmente terá margem de tolerância se voltar a falhar na presente temporada, sobretudo depois de toda a polémica que envolveu a sua ida para o clube rival.
Dos 18 clubes da Liga, somente cinco mantêm o treinador com que iniciaram
a época transata.
Além Benfica e Sporting, não mudaram de técnico o Vitória de Guimarães, com Pedro Martins, o Vitória de Setúbal, com José Couceiro, e o recém-promovido Portimonense, com Vítor Oliveira, especialista nas subidas de divisão.
O FC Porto não está só quanto a novidades no banco, já que o Rio Ave promoveu Miguel Cardoso (ex-adjunto de Paulo Fonseca nos ucranianos do Shakhtar Donetsk), a iniciar a carreira de treinador principal, após perder Luís Castro para o Desportivo de Chaves, cujo ex-treinador Ricardo Soares vai orientar o recém-promovido Desportivo das Aves.
Depois de cinco épocas no Nacional, interrompidas a meio da I Liga passada, Manuel Machado regressa ao Moreirense.
Sporting de Braga, Marítimo, Feirense, Paços de Ferreira, Estoril, Belenenses e Tondela vão iniciar a época com o técnico que acabou a anterior.
Abel Ferreira voltou a pegar na formação bracarense nos últimos jogos da época, o Marítimo mantém a confiança em Daniel Ramos, que o levou à Europa, e o Feirense em Nuno Manta Santos, um ‘desconhecido’ que tirou a equipa da zona perigosa e quase a levou às competições europeias.
O Paços de Ferreira, que lançou os consagrados Rui Vitória e Paulo Fonseca, renovou a aposta em Vasco Seabra, Pedro Emanuel estabilizou o Estoril-Praia, o mesmo crédito que Domingos Paciência tem no Belenenses, enquanto Pepa evitou, no último jogo, a descida do Tondela e tem a oportunidade de continuar.
Esta época os técnicos portugueses fazem o pleno no banco, já que, ao contrário da época passada, com quatro profissionais de outras nacionalidades.
Miguel Cardoso será o único debutante na Liga, mas vários outros treinadores têm menos de um ano de experiência no principal escalão do futebol luso, casos de Abel Ferreira, Daniel Ramos, Nuno Manta Santos, Miguel Leal, Vasco Seabra e Ricardo Soares.
Jorge Jesus, com mais de 500 jogos na Liga, e Manuel Machado, que já passou a barreira dos 400 encontros entre os grandes, são os mais experientes do campeonato.

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