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Morreu jovem de 17 anos internada com sarampo

19/04/17 ATUALIDADE

A jovem, que não estava vacinada, encontrava-se internada desde o fim de semana na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, e de acordo com o CHLC morreu “na sequência de uma situação clínica infeciosa com pneumonia bilateral – sarampo”. Foi no Hospital de Cascais, onde esteve antes de ser transferida para o Hospital Dona Estefânia, que a jovem foi contagiada por um bebé de 13 meses.
O recente surto de sarampo que abrange vários países europeus causou em Portugal pelo menos 21 casos confirmados.
O sarampo é uma das infeções virais mais contagiosas e, apesar de habitualmente ser benigna, pode ser grave e até levar à morte, avisa a Direção-geral da Saúde (DGS). Consideram-se já protegidas contra o sarampo as pessoas que tiveram a doença ou que têm duas doses da vacina, no caso dos menores de 18 anos, e uma dose quando se trata de adultos.
A vacinação é a principal medida de prevenção contra o sarampo e está incluída no Programa Nacional de Vacinação (PNV). As crianças devem ser vacinadas aos 12 meses e repetir a vacina aos cinco anos.

A Direção-geral de sáude emitiu no dia 17 um comunicado onde refere:
"Em relação à atividade epidémica de sarampo, a Direção-Geral da Saúde esclarece:
1. Em Portugal, desde janeiro de 2017 e até à data, foram registados 21 casos confirmados de sarampo pelo Instituto Ricardo Jorge;
2. A descrição detalhada, no plano epidemiológico, ainda está em curso;
3. A ocorrência de surtos de sarampo em alguns países europeus, devido à existência de comunidades não vacinadas, colocou Portugal em elevado risco;
4. Não há razões para temer uma epidemia de grande magnitude, uma vez que a larga maioria das pessoas está protegida porque foi vacinada ou teve anteriormente a doença;
5. A vacinação é a principal medida de prevenção, é gratuita e está disponível para todas as pessoas presentes em Portugal;
6. O Programa Nacional de Vacinação recomenda a vacinação com duas doses, aos 12 meses e aos 5 anos de idade;
7. Em pessoas vacinadas a doença pode, eventualmente, surgir mas com um quadro clínico mais ligeiro e menos contagioso;
8. Os serviços da DGS, do Instituto Ricardo Jorge, do INFARMED, dos Centros de Saúde e dos Hospitais de todas as regiões do País continuam a acompanhar a evolução das iniciativas que visam controlar o problema ora identificado."

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